... volto a publicar poemas aqui neste blog. Foi um período sem conexão, de férias e com o micro pifado. Agora, tentarei contornar a falta de tempo, os compromissos profissionais e acadêmicos para, aos poucos, atualizar este meu cantinho.
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Bjs e abçs
CS
domingo, 19 de julho de 2009
LÍNGUA
Carlos Savasini
Desvelando os pudores de teu corpo
pelas curvas que ondeiam teus sabores
pela carne que exala teus odores
pela seiva em que provo e que te sorvo.
Desta boca que beija e que te alisa
e que molha teus frutos e teus vales
e que sopram segredos tal qual brisa
me embriago em ti qual nos meus bares.
Te desvendo pelas preces e sussurros
decifrando as palavras de teus ais
e fervendo sem vestes nossos urros.
Pois assim tu me pedes, diz-me : vais
não me deixe prostrar sem ter prazer
nem seguir sem te amar, que é não viver.
(21/03/2009)
Desvelando os pudores de teu corpo
pelas curvas que ondeiam teus sabores
pela carne que exala teus odores
pela seiva em que provo e que te sorvo.
Desta boca que beija e que te alisa
e que molha teus frutos e teus vales
e que sopram segredos tal qual brisa
me embriago em ti qual nos meus bares.
Te desvendo pelas preces e sussurros
decifrando as palavras de teus ais
e fervendo sem vestes nossos urros.
Pois assim tu me pedes, diz-me : vais
não me deixe prostrar sem ter prazer
nem seguir sem te amar, que é não viver.
(21/03/2009)
CAPATAZ
Carlos Savasini
Beba, então, da própria insensatez,
embargue a voz, enrola a língua dupla,
ao teu veneno inexiste a solução.
(21/03/2009)
Beba, então, da própria insensatez,
embargue a voz, enrola a língua dupla,
ao teu veneno inexiste a solução.
(21/03/2009)
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