quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

A COR DO SANGUE

Carlos Savasini

Nada de amor etéreo
musa ou ninfa em pedestal profano
amor na idéia, ímpio, puro, imaculado
e nada nas mãos que se toca e afaga.

Nada disto faz ninguém completo,
a carne vive de sangue e saliva.

(20/12/2008)

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