Carlos Savasini
Desculpe, querido, passe :
a tua insolência farta,
o teu desajuste fica,
remendo que não se ajusta.
No teu relicário casto
o teu poemário falso
ilude o primeiro verso,
detona qualquer soneto
e mata qualquer poeta
de desgosto.
(19/07/2008)
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