Por Carlos Savasini, Luciana do Vale, Marisa del Santo, Osvaldo Pastorelli e Rosangela Aliberti.
Cerveja estúpida_mente gelada
Cereja comum_mente escancarada
Abre às idéias que poluem
No vozerio da chuva temporal
Chuva negra – cerveja gelada
Conversa que se inicia
No jornaleiro as letras dançam aos olhos
O vento revira sombrinhas, mastigamos prosas
As últimas águas de março
Deixam o verão e anunciam o
Outono aquecido pelo globo
Globo bobo – bobo globo
O mundo invertido, inversão
Voluntariamente atravessado
Travado, invertido, adulterado
No vem e vai de todos os dias
Nos olhares que se cruzam entre
Copos e garrafas
Há pessoas que bebem para amortizar a realidade
Há pessoas que não percebem os símbolos de status
Saltando das garrafas construindo aventuras radicais
Sem tirar a bunda do sofá
E há pessoas que bebem moderadamente ...
(31/03/2007)
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