Por Carlos Eduardo Savasini Ferreira
Osvaldo Pastorelli
A luz fria estampa na parede de tijolos cenas abstratas de um cotidiano barato. Passantes na rua, transeuntes e clientes. Caras e bocas na mesa buscam na luz morna da poesia a rima da vida em cada passo do verso. Falas, prosas poéticas e discursos, diálogos na mesa. Conversas. Rolam idéias, assuntos diversos para distrair as estrelas que sonham com as nebulosas de Netuno.
(09/02/2007)
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