Carlos Savasini
Casa, velha casa
Pátria caquética
Tribo falida
Fálica cena
Tétrico vale
Conselho esquelético
Espantalho cego
Palha de carne e pele
Chapéu de memória
Mente que transcende o corpo
Corpo que transcende a casa
Fantasma que aplaca o porão
Corvo que voa no sótão
Carne desfalece e falece na pátria
Bloco deflora o lar
Sala que balança o berço
Mão que belisca e cura
Casa, velha casa, velha
Lar de memória e falta.
(11/08/2007)
segunda-feira, 13 de agosto de 2007
INTEIRA
Carlos Savasini
Corpos, cruzes, bocas tortas
Julgamento e calvário
Prisma que reluz
Pregação de fé
Da minha fé
Sem meias verdades.
(11/08/2007)
Corpos, cruzes, bocas tortas
Julgamento e calvário
Prisma que reluz
Pregação de fé
Da minha fé
Sem meias verdades.
(11/08/2007)
terça-feira, 7 de agosto de 2007
SARAU DIA 11/08 - Bar do Museu
Pessoal,
Dia 11 de Agosto, sábado, a partir das 19:00 horas, tem sarau no Bar do Museu, sede da Associação dos Amigos do MAM.
Endereço : Av Ipiranga, 324, bloco C, sobreloja, Centro, SP.
Informações sobre o lugar : http://www.bardomuseu.art.br.
Estarei lá. Quem puder, apareça !
Abçs
CS
Dia 11 de Agosto, sábado, a partir das 19:00 horas, tem sarau no Bar do Museu, sede da Associação dos Amigos do MAM.
Endereço : Av Ipiranga, 324, bloco C, sobreloja, Centro, SP.
Informações sobre o lugar : http://www.bardomuseu.art.br.
Estarei lá. Quem puder, apareça !
Abçs
CS
segunda-feira, 6 de agosto de 2007
2 ANOS DE RASCUNHOS POÉTICOS - QUEM NÃO FOI PERDEU
Galera,
Definitivamente foi uma festança e tanto. Quem não foi, perdeu !
80 pessoas na platéia, 26 poetas no palco e 5 apresentações musicais. Início oficial às 21:00, pequeno atraso de praxe e a derradeira poesia lá pelas tantas, perto das 3 da manhã, ou até um pouco além.
Tivemos parabéns à você, bolo, muitos vivas e muito mais.
Que festa ! Que noite ! Que data !
Obrigado poetas e presentes ! É Rascunhos Poéticos !
Quem não foi, perdeu ! 2 anos nunca mais ! Que venha o 3º aniversário !
Abraços e beijos,
Carlos Savasini & Osvaldo Pastorelli
Definitivamente foi uma festança e tanto. Quem não foi, perdeu !
80 pessoas na platéia, 26 poetas no palco e 5 apresentações musicais. Início oficial às 21:00, pequeno atraso de praxe e a derradeira poesia lá pelas tantas, perto das 3 da manhã, ou até um pouco além.
Tivemos parabéns à você, bolo, muitos vivas e muito mais.
Que festa ! Que noite ! Que data !
Obrigado poetas e presentes ! É Rascunhos Poéticos !
Quem não foi, perdeu ! 2 anos nunca mais ! Que venha o 3º aniversário !
Abraços e beijos,
Carlos Savasini & Osvaldo Pastorelli
VITRINE
Por Carlos Savasini e Osvaldo Pastorelli
O luminoso no vidro
Reflete o espelho íntimo
De cada um de nós,
Basta fechar os olhos
E nada se revela pela vidraça
Que ilumina o olhar
Onde os pedaços da vida
São engolidos a cada garfada
De pão, fome e saudade
Empolados na felicidade.
(04/08/2007)
O luminoso no vidro
Reflete o espelho íntimo
De cada um de nós,
Basta fechar os olhos
E nada se revela pela vidraça
Que ilumina o olhar
Onde os pedaços da vida
São engolidos a cada garfada
De pão, fome e saudade
Empolados na felicidade.
(04/08/2007)
domingo, 5 de agosto de 2007
P(H)ODER
Carlos Savasini
“Solte a bunda que há em você!”
Diz a passista na passarela.
“Falta-lhe peito para ser alguém na vida!”
Retruca a beldade siliconada.
“Bunda e peito não é nada se lhe falta conteúdo.”
Conclui a feminista convicta.
Quando em coro disseram aquelas
Que fazem das curvas meios para seus fins:
“Ah se elas soubessem o poder que tem entre as pernas ...”
Poder entre as pernas,
Poder é phoder.
(04/08/2007)
“Solte a bunda que há em você!”
Diz a passista na passarela.
“Falta-lhe peito para ser alguém na vida!”
Retruca a beldade siliconada.
“Bunda e peito não é nada se lhe falta conteúdo.”
Conclui a feminista convicta.
Quando em coro disseram aquelas
Que fazem das curvas meios para seus fins:
“Ah se elas soubessem o poder que tem entre as pernas ...”
Poder entre as pernas,
Poder é phoder.
(04/08/2007)
SARJETA
Carlos Savasini
Flor que fere o asfalto
Espinho que fere a garganta, caneta
Tromba e corneta
Cravo em lapela – defunto
Coroa
Cruz sem prego e amarras
Ar na corda da forca
Rosa
Flor que me fura, sarjeta
Asfalto na guia de sangue
Floreira.
(04/08/2007)
Flor que fere o asfalto
Espinho que fere a garganta, caneta
Tromba e corneta
Cravo em lapela – defunto
Coroa
Cruz sem prego e amarras
Ar na corda da forca
Rosa
Flor que me fura, sarjeta
Asfalto na guia de sangue
Floreira.
(04/08/2007)
terça-feira, 31 de julho de 2007
LÍQUIDOS E LETRAS
Por Carlos Savasini e Osvaldo Pastorelli
Livros, copos, cinzeiros
Conversas, músicas
Entre fumaça e vida
Névoa de lembranças
Páginas amarelas
Versos gazeteiros não pautados
Nas células de cada um
Vertendo emoções
Onde o sorriso se faz presente
Celulóide de vida
Pesadelo acordado
Porre de vinho e conhaque
Fluindo nas veias
Da natureza na grandeza
De lágrimas à margem
Correndo solto fora dos rios
Sem humos, cílios, olhos
Sem paz e redenção
Lutando sempre
Para não ser marcado
E ser eternamente feliz
Eternamente aprendiz
Eternamente leitor (tentativa de escritor)
Tentativa de deus na terra
Em meio a livros, copos, cinzeiros.
(28/07/2007)
Livros, copos, cinzeiros
Conversas, músicas
Entre fumaça e vida
Névoa de lembranças
Páginas amarelas
Versos gazeteiros não pautados
Nas células de cada um
Vertendo emoções
Onde o sorriso se faz presente
Celulóide de vida
Pesadelo acordado
Porre de vinho e conhaque
Fluindo nas veias
Da natureza na grandeza
De lágrimas à margem
Correndo solto fora dos rios
Sem humos, cílios, olhos
Sem paz e redenção
Lutando sempre
Para não ser marcado
E ser eternamente feliz
Eternamente aprendiz
Eternamente leitor (tentativa de escritor)
Tentativa de deus na terra
Em meio a livros, copos, cinzeiros.
(28/07/2007)
ESTRELAS NO PICO DO JARAGUÁ
Por Carlos Savasini e Osvaldo Pastorelli
Entre goles e goles
Tropeços líquidos
Bolhas na garganta
Festeja a poesia
Com música e festança
Perto do Pico do Jaraguá
Quase no teto da metrópole
Nuvens, gotas e trovão
Tinta na folha de papel
Escorrendo da caneta
A felicidade brilhando
Nas estrelas do céu.
(28/07/2007)
Entre goles e goles
Tropeços líquidos
Bolhas na garganta
Festeja a poesia
Com música e festança
Perto do Pico do Jaraguá
Quase no teto da metrópole
Nuvens, gotas e trovão
Tinta na folha de papel
Escorrendo da caneta
A felicidade brilhando
Nas estrelas do céu.
(28/07/2007)
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