Por Ângela Nassim, Carlos Savasini, Osvaldo Pastorelli e Rosangela Alibertti
Falando em Divino
O filhote desceu com divindade
Adentro de mim
Dentro
No corpo
Abduzindo o sentimento
Escorre no rio noturno
Banhado pela lua
Abençoando pescadores
Sente o cheiro da voz dos peixes
Tucunaré, tambaqui e a história
Das desovas do salmão do rio para o mar
Terminando determinando seus últimos dias
Nas águas doces ... na rede o sabor do alpha e ômega
Começo e fim ...
E o dia segue seu rumo
Na beira do rio
Na beira do céu
Filhote divino
Filhote do céu
Filho da terra
Do fundo da terra
Substrato
Filho do veio
Abstrato do mundo
Veio negro
Antítese
Negro e tão branco
Luz e sombra
Realidade e fantasia.
Defina o amor ?
O melhor que brota e extrapola
Nos corações em você e mim ...
Fora da margem ... brancas garças
Sobre as pedras a divisão ao olhar
Paturis
Filhotes divinos
Filhotes
Bebendo a água
Do Rio Piracibaba.
(14/07/2007)
domingo, 29 de julho de 2007
DIVINO
Por Ângela Nassim, Carlos Savasini, Osvaldo Pastorelli e Rosangela Alibertti
Paralelepípedos, pés no chão
Janelas azuis abrindo os corações
Vejo os reflexos dos remadores no rio
Glorificando a vida
Glorificando a fé
Na curva do sentimento
Que nos leva sempre adiante.
Vejo os refluxos da maré
Contra fluxo que marcha a ré
Contra pregos que libertam as mãos
Contra senso que afronta o comum.
A procissão como cobra se arrastando pelo chão
Com o fecho do Divino entre rosas e
Crisântemos
E a banda segue tocando
E o reflexo do sol
Reflete na água
A vida que continua
Que segue buscando a redenção
Amor, entendimento e reflexo de luz.
(14/07/2007)
Paralelepípedos, pés no chão
Janelas azuis abrindo os corações
Vejo os reflexos dos remadores no rio
Glorificando a vida
Glorificando a fé
Na curva do sentimento
Que nos leva sempre adiante.
Vejo os refluxos da maré
Contra fluxo que marcha a ré
Contra pregos que libertam as mãos
Contra senso que afronta o comum.
A procissão como cobra se arrastando pelo chão
Com o fecho do Divino entre rosas e
Crisântemos
E a banda segue tocando
E o reflexo do sol
Reflete na água
A vida que continua
Que segue buscando a redenção
Amor, entendimento e reflexo de luz.
(14/07/2007)
quinta-feira, 12 de julho de 2007
FORA DO AQUÁRIO
Carlos Savasini
Ao menos bandeiras de centro
Sem vento
Sala de estar em estado de estar
Sem passos
Poltronas e mesas redondas
Redomas
E a vida que passa, passa
Ao largo
Sem pátria, sem sala, sem nada.
(12/07/2007)
Ao menos bandeiras de centro
Sem vento
Sala de estar em estado de estar
Sem passos
Poltronas e mesas redondas
Redomas
E a vida que passa, passa
Ao largo
Sem pátria, sem sala, sem nada.
(12/07/2007)
DISCURSO
Carlos Savasini
Saliva demais, muita
Dentes de menos, podres
Vozes demais, cabaças
Garras de menos, cegas.
Imagem demais. Essência?
Miragem real, somente
Menos, bem menos, infinitamente
Menos que sonho irreal.
(12/07/2007)
Saliva demais, muita
Dentes de menos, podres
Vozes demais, cabaças
Garras de menos, cegas.
Imagem demais. Essência?
Miragem real, somente
Menos, bem menos, infinitamente
Menos que sonho irreal.
(12/07/2007)
segunda-feira, 9 de julho de 2007
MERECIDO
Carlos Savasini
Almoço de domingo só vale
Se sem formalidade
Sem relógio no pulso
Nem vontade de fim.
(08/07/2007)
Almoço de domingo só vale
Se sem formalidade
Sem relógio no pulso
Nem vontade de fim.
(08/07/2007)
domingo, 8 de julho de 2007
COM PAIXÃO E MUITO MAIS
Carlos Savasini
É preciso muito mais paixão
Muito mais amor que entender a dor
Que compartilhar a dor
Que sentir a mesma dor
Muito mais que compaixão.
É preciso muito mais amor
Muita fé, princípio deslavado
Muito encantar-se com tudo e todos
Muito apaixonar-se
Muito relevar a dor, pular o poço fundo
Muito mais que lamento e lamúria
Muito mais que mão e solidariedade.
É preciso muito mais
E muito mais amor
E muito mais paixão.
(07/07/2007)
É preciso muito mais paixão
Muito mais amor que entender a dor
Que compartilhar a dor
Que sentir a mesma dor
Muito mais que compaixão.
É preciso muito mais amor
Muita fé, princípio deslavado
Muito encantar-se com tudo e todos
Muito apaixonar-se
Muito relevar a dor, pular o poço fundo
Muito mais que lamento e lamúria
Muito mais que mão e solidariedade.
É preciso muito mais
E muito mais amor
E muito mais paixão.
(07/07/2007)
terça-feira, 3 de julho de 2007
OLHO DE PEIXE
Carlos Savasini
Cabisbaixo e moribundo
Raso, frio e fundo
Que nem passa pelo ralo.
(01/07/2007)
Cabisbaixo e moribundo
Raso, frio e fundo
Que nem passa pelo ralo.
(01/07/2007)
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