(O PRIMEIRO FOI UM TABULEIRO DE XADREZ COMPLETO)
terça-feira, 15 de maio de 2007
segunda-feira, 14 de maio de 2007
CIRCUNSTÂNCIA
Carlos Savasini
Pureza e disfarce
Se não pérolas, barro cozido
Se não fato, momento criado.
(13/05/2007)
Pureza e disfarce
Se não pérolas, barro cozido
Se não fato, momento criado.
(13/05/2007)
HÁ QUE SE VALER
Carlos Savasini
Canções e canções de amor
Versos e versos, louvor
Pois nada dito pelos outros
Serve em minha boca no que digo por ti
Sorvo e sorvo teu sabor
Visto e visto teu calor
Pois nada posto em tela e arte
Verte em momentos que faço e vivo por ti
Caso e casos de amor contido
Casto e carne de amor contigo
Aqui se faz e aqui se paga
Por cá se tem e se vive o enlace
Masco e masco o teu sabor
Marco e marco o teu amor
Pois se em vida não fizer por merecer
Não há quem diga que esta vida nos valeu
(13/05/2007)
Canções e canções de amor
Versos e versos, louvor
Pois nada dito pelos outros
Serve em minha boca no que digo por ti
Sorvo e sorvo teu sabor
Visto e visto teu calor
Pois nada posto em tela e arte
Verte em momentos que faço e vivo por ti
Caso e casos de amor contido
Casto e carne de amor contigo
Aqui se faz e aqui se paga
Por cá se tem e se vive o enlace
Masco e masco o teu sabor
Marco e marco o teu amor
Pois se em vida não fizer por merecer
Não há quem diga que esta vida nos valeu
(13/05/2007)
DOMINICAL
Carlos Savasini
Pratos a postos
Desejos a mostra
E amigos em volta.
Este almoço promete !
(13/05/2007)
Pratos a postos
Desejos a mostra
E amigos em volta.
Este almoço promete !
(13/05/2007)
domingo, 13 de maio de 2007
LIBERDADE
Por Carlos Savasini, Gabriela Cuzzuol e Marisa Del Santo
Usando grife e maquiagem
Hotel – corredores como passarela
Tapetes e serviços solícitos
Caio na cama desolada
Levanto os olhos – olho rubro
Vistas embaçadas – vista baça
Grifo nos olhos – olhar maquiado
Passos marcados de gestos – pudor
Liberta-te ainda que te custe dor
Assuma-te mesmo que te custe muito
Ama-te mesmo que te rasgue inteira
Cobra-te mesmo que te fira imenso
Levanto e liberto-me
Ouço vozes alertando :
No vão sombrio há tédio
O vazio está no passado
A purpurina ilude
O falso brilho confunde
A passarela embaça a vista
Liberdade encanta
Liberdade põe à prova
Questiona o que o interior comprova
E bate : cobra continuidade
Arde, antes de tudo prova.
(12/05/2007)
Usando grife e maquiagem
Hotel – corredores como passarela
Tapetes e serviços solícitos
Caio na cama desolada
Levanto os olhos – olho rubro
Vistas embaçadas – vista baça
Grifo nos olhos – olhar maquiado
Passos marcados de gestos – pudor
Liberta-te ainda que te custe dor
Assuma-te mesmo que te custe muito
Ama-te mesmo que te rasgue inteira
Cobra-te mesmo que te fira imenso
Levanto e liberto-me
Ouço vozes alertando :
No vão sombrio há tédio
O vazio está no passado
A purpurina ilude
O falso brilho confunde
A passarela embaça a vista
Liberdade encanta
Liberdade põe à prova
Questiona o que o interior comprova
E bate : cobra continuidade
Arde, antes de tudo prova.
(12/05/2007)
INFANTIL IV
Carlos Savasini
Congestionamento no carpete
Fila de ambulância, bombeiro e trem de ferro
Só assim pra pilotar Ferrari e Porsche
(12/05/2007)
Congestionamento no carpete
Fila de ambulância, bombeiro e trem de ferro
Só assim pra pilotar Ferrari e Porsche
(12/05/2007)
BARBIE
Carlos Savasini
Nada de conto de fadas
Vida de Barbie é pura farsa
Boneca de plástico moldado
Cabelo – barbante tratado a chapinha
E amiguinha do Ken, coitada, que não come ninguém.
(12/05/2007)
Nada de conto de fadas
Vida de Barbie é pura farsa
Boneca de plástico moldado
Cabelo – barbante tratado a chapinha
E amiguinha do Ken, coitada, que não come ninguém.
(12/05/2007)
QUADRICULADA
Carlos Savasini
No jogo da vida não tem confete
Nem dama – leoa que caça e ataca
Nem bispo só preto ou só branco
Nem torre que corre ou cavalo no cheque
Só tem peão que busca ser algo na raia
E rei que morre no mate da vida.
(12/05/2007)
No jogo da vida não tem confete
Nem dama – leoa que caça e ataca
Nem bispo só preto ou só branco
Nem torre que corre ou cavalo no cheque
Só tem peão que busca ser algo na raia
E rei que morre no mate da vida.
(12/05/2007)
sexta-feira, 11 de maio de 2007
FLORES
Carlos Savasini
Palavras soltas não fazem poemas
Letras avulsas não brotam em cachos
Uvas não nascem garrafas de vinho
Letras na língua e na folha presas
São as que falam e dizem sentido
Que contam em nomes os nomes das coisas
Que cantam no som, sonoridade das coisas
Que fazem na folha pintura em poemas
Não se colhem palavras no além
(10/05/2007)
Palavras soltas não fazem poemas
Letras avulsas não brotam em cachos
Uvas não nascem garrafas de vinho
Letras na língua e na folha presas
São as que falam e dizem sentido
Que contam em nomes os nomes das coisas
Que cantam no som, sonoridade das coisas
Que fazem na folha pintura em poemas
Não se colhem palavras no além
(10/05/2007)
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