Por Carlos Savasini, Gabriela Cuzzuol, Michel Nozelas e Osvaldo Pastoreli.
Dormindo encostado na árvore
O sonho vem revigorando
A vida entre vinho
E conversa
Vida entre folhas de outono
Gotas fermentadas de uva
Cachos de vozes, sentidos
E sentimentos
Goles que me engolem
Tarde que me entardia
Poesia que me guia
Gula de palavras absolvidas
Que me absolvem
Conversas, goles e risadas
Pensamentos, opiniões e talvez contradições
Sobre a vida que vivemos ou gostaríamos
De viver.
(15/04/2007)
sábado, 21 de abril de 2007
CREPÚSCULO
Por Carlos Savasini, Gabriela Cuzzuol, Luciana do Valle, Michel Nozelas, Osvaldo Pastoreli, Rosangela Aliberti e Safira Conovalov.
Quero virar formiga mesmo em sonho
Quero abraçar árvores na realidade
Quero viver mais momentos verdes
Alforria sem pastores alemães
Num canto absoluto
Ao entardecer no som
Do avião sobrevoando
Árvores em momentos poéticos.
Fim de tarde em Ibirapuera
Ter você aqui, pudera
Jardim com pintura de Renoir
Teus olhos me olham onde está
Vertigem para meus olhos e fígado
Palavras apimentadas com gengibre
Fazem delas um soneto de prazer
Que me entorpecem no anoitecer.
Eu peço para não acabar
Descubro o fazer, realizar
Rezo, tento perdurar
Sonho, há de não acabar
Convido amigos, carinhos, queridos
Queridas, musas e amigas
Toda poesia encantada
Olhos absolutos ... relatividade
Neste entardecer sem fim
Com toda poesia encantada
Poderíamos passar a vida inteira assim
Comemorando momentos com amigos e
Desconhecidos
Registrando com as imagens das fotos
E as lembranças do coração
Que serão lembrados
Sempre.
(15/04/2007)
Quero virar formiga mesmo em sonho
Quero abraçar árvores na realidade
Quero viver mais momentos verdes
Alforria sem pastores alemães
Num canto absoluto
Ao entardecer no som
Do avião sobrevoando
Árvores em momentos poéticos.
Fim de tarde em Ibirapuera
Ter você aqui, pudera
Jardim com pintura de Renoir
Teus olhos me olham onde está
Vertigem para meus olhos e fígado
Palavras apimentadas com gengibre
Fazem delas um soneto de prazer
Que me entorpecem no anoitecer.
Eu peço para não acabar
Descubro o fazer, realizar
Rezo, tento perdurar
Sonho, há de não acabar
Convido amigos, carinhos, queridos
Queridas, musas e amigas
Toda poesia encantada
Olhos absolutos ... relatividade
Neste entardecer sem fim
Com toda poesia encantada
Poderíamos passar a vida inteira assim
Comemorando momentos com amigos e
Desconhecidos
Registrando com as imagens das fotos
E as lembranças do coração
Que serão lembrados
Sempre.
(15/04/2007)
terça-feira, 17 de abril de 2007
FRUSTRADO
Carlos Savasini
Tantas vezes desejo desmedido
Na palavra que escapa pela boca
Desencanta meu sonho nela tido
Transformando a cantada em fala oca.
Me derramo em volteio colorido
A transformo em moderna neo-barroca
Neo-madona que grito em alarido
Ao que tenho sonoro cale a boca.
Fulgurante azedume agora impera
O que fora desejo não deflora
Pequenino se esconde de uma fera.
O passado frustrado vê-se agora
Reduzido e jogado em uma cama
Que se mela na mão que não aclama.
(15/04/2007)
Tantas vezes desejo desmedido
Na palavra que escapa pela boca
Desencanta meu sonho nela tido
Transformando a cantada em fala oca.
Me derramo em volteio colorido
A transformo em moderna neo-barroca
Neo-madona que grito em alarido
Ao que tenho sonoro cale a boca.
Fulgurante azedume agora impera
O que fora desejo não deflora
Pequenino se esconde de uma fera.
O passado frustrado vê-se agora
Reduzido e jogado em uma cama
Que se mela na mão que não aclama.
(15/04/2007)
domingo, 15 de abril de 2007
BOTÃO
Carlos Savasini
Rosa fria em sol poente
Céu lilás refletindo puto
A branca flor de abstrato sujo
Botão puro na cloaca do mundo.
(14/04/2007)
Rosa fria em sol poente
Céu lilás refletindo puto
A branca flor de abstrato sujo
Botão puro na cloaca do mundo.
(14/04/2007)
VEREDA
Carlos Savasini
Do tema entrelaçado e peles
Pêlos aveludados vestem pudores
Peitos velam busto em bicos vorazes
Bossa envereda o ritmo das carnes
Veredas de toques, versos e canetas
Escrevo meu poema em teu corpo.
(14/04/2007)
Do tema entrelaçado e peles
Pêlos aveludados vestem pudores
Peitos velam busto em bicos vorazes
Bossa envereda o ritmo das carnes
Veredas de toques, versos e canetas
Escrevo meu poema em teu corpo.
(14/04/2007)
INFANTIL I
Carlos Savasini
Besouro, barbante e palito
Caixa de fósforos, roda – cartão e tesoura
Carro de bois infantil.
(14/04/2007)
Besouro, barbante e palito
Caixa de fósforos, roda – cartão e tesoura
Carro de bois infantil.
(14/04/2007)
INFANTIL II
Carlos Savasini
Vareta, cola e papel de seda
Barbante e lata de folha de flandres
Arraia voadora.
(14/04/2007)
Vareta, cola e papel de seda
Barbante e lata de folha de flandres
Arraia voadora.
(14/04/2007)
Ó
Carlos Savasini
Chame Xangô e Oxalá
Negra Fulô no ofurô
Deu risada e chorou
Do tamanho : assim ó !
(14/04/2007)
Chame Xangô e Oxalá
Negra Fulô no ofurô
Deu risada e chorou
Do tamanho : assim ó !
(14/04/2007)
quarta-feira, 11 de abril de 2007
PRECE
Carlos Savasini
Ao som das ondas, marolas
Sorriso puro de alvura
Não rezo rezas corolas
Eu vivo a vida em candura.
(08/04/2007)
Ao som das ondas, marolas
Sorriso puro de alvura
Não rezo rezas corolas
Eu vivo a vida em candura.
(08/04/2007)
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