Por Carlos Savasini, Luciana do Vale, Osvaldo Pastorelli e Rosangela Aliberti.
Insulto é ver as torres gêmeas (duas ?)
Edificando sua calça
Tornando um mala sem alça como você
Alguém para minha alçada ...
Duplas torres, duplas carnes, monte duplo
Par de montes seios, alças, busto
Tronco em par com calças justas
Montes somam malas de calcinhas e cuecas
O monstro fica em evidência
Mostra o prazer de todos,
O olhar belisca cenas
O olfato arranha a pele
A boca soletra momentos românticos
O mesmo sol toca tantos corpos
O presente não destrói os sonhos do amanhã
Que prevalece sempre
Haja o terrorismo que houver.
(31/03/2007)
segunda-feira, 9 de abril de 2007
FERTILIDADE CROCANTE
Por Carlos Savasini, Luciana do Vale, Marisa del Santo, Osvaldo Pastorelli e Rosangela Aliberti.
Chuva, rock e futebol
Um homem na cama, e
Uma mulher atenta
Um anjo safado com a boca lambuzada
De chocolate recém saído da TV
Espalha suspiros
Varinhas de condão
Põe no gráfico fantasias
Sorvete que fica quente
Boquete – croquete que
Crocanteia o relacionamento
Faz daquele jumento
Um homem articulado – de cú lambuzado
De lado – QI → 1001
Do outro carne escorrendo
Língua entre lábios e carnes
Vulva de terra e conquista
Mastro – croquete de jumento crocante
Espada ativa penetra
Em grutas desconhecidas
Revelam orgasmos de
Novas vidas
Descanso em paz
Pós orgias de letras / termino
Sorrindo em cima da mesa
O bom é concretizar ilusões
Doces além das salas de jantar.
(31/03/2007)
Chuva, rock e futebol
Um homem na cama, e
Uma mulher atenta
Um anjo safado com a boca lambuzada
De chocolate recém saído da TV
Espalha suspiros
Varinhas de condão
Põe no gráfico fantasias
Sorvete que fica quente
Boquete – croquete que
Crocanteia o relacionamento
Faz daquele jumento
Um homem articulado – de cú lambuzado
De lado – QI → 1001
Do outro carne escorrendo
Língua entre lábios e carnes
Vulva de terra e conquista
Mastro – croquete de jumento crocante
Espada ativa penetra
Em grutas desconhecidas
Revelam orgasmos de
Novas vidas
Descanso em paz
Pós orgias de letras / termino
Sorrindo em cima da mesa
O bom é concretizar ilusões
Doces além das salas de jantar.
(31/03/2007)
OUTONO ERÓTICO
Por Carlos Savasini, Luciana do Vale, Osvaldo Pastorelli e Rosangela Aliberti.
Abro o coração na sensibilidade da
Alma em busca do que perdi
Noites insones, sete pores-do-sol apagados
Cobertores e lençóis divididos,
Preconceitos engolidos, negociações desfeitas,
Amores incompreendidos ...
Luas nuas agora iluminam o caminho
Apagam os pores-do-sol de outrora
Formam-se vida e invadem a vagina
De uma mulher aluviada / aliviada
Encharcam o ventre de tesão e prazer
Preenchem a nova mulher
Envolvem lençóis e fantasias
Criam tentações – mitos – milagres
Fimbrias a escorrer o líquido – vida
Procriando vida úmida tão somente.
(31/03/2007)
Abro o coração na sensibilidade da
Alma em busca do que perdi
Noites insones, sete pores-do-sol apagados
Cobertores e lençóis divididos,
Preconceitos engolidos, negociações desfeitas,
Amores incompreendidos ...
Luas nuas agora iluminam o caminho
Apagam os pores-do-sol de outrora
Formam-se vida e invadem a vagina
De uma mulher aluviada / aliviada
Encharcam o ventre de tesão e prazer
Preenchem a nova mulher
Envolvem lençóis e fantasias
Criam tentações – mitos – milagres
Fimbrias a escorrer o líquido – vida
Procriando vida úmida tão somente.
(31/03/2007)
18:20
Por Carlos Savasini, Luciana do Vale, Marisa del Santo, Osvaldo Pastorelli e Rosangela Aliberti.
Cerveja estúpida_mente gelada
Cereja comum_mente escancarada
Abre às idéias que poluem
No vozerio da chuva temporal
Chuva negra – cerveja gelada
Conversa que se inicia
No jornaleiro as letras dançam aos olhos
O vento revira sombrinhas, mastigamos prosas
As últimas águas de março
Deixam o verão e anunciam o
Outono aquecido pelo globo
Globo bobo – bobo globo
O mundo invertido, inversão
Voluntariamente atravessado
Travado, invertido, adulterado
No vem e vai de todos os dias
Nos olhares que se cruzam entre
Copos e garrafas
Há pessoas que bebem para amortizar a realidade
Há pessoas que não percebem os símbolos de status
Saltando das garrafas construindo aventuras radicais
Sem tirar a bunda do sofá
E há pessoas que bebem moderadamente ...
(31/03/2007)
Cerveja estúpida_mente gelada
Cereja comum_mente escancarada
Abre às idéias que poluem
No vozerio da chuva temporal
Chuva negra – cerveja gelada
Conversa que se inicia
No jornaleiro as letras dançam aos olhos
O vento revira sombrinhas, mastigamos prosas
As últimas águas de março
Deixam o verão e anunciam o
Outono aquecido pelo globo
Globo bobo – bobo globo
O mundo invertido, inversão
Voluntariamente atravessado
Travado, invertido, adulterado
No vem e vai de todos os dias
Nos olhares que se cruzam entre
Copos e garrafas
Há pessoas que bebem para amortizar a realidade
Há pessoas que não percebem os símbolos de status
Saltando das garrafas construindo aventuras radicais
Sem tirar a bunda do sofá
E há pessoas que bebem moderadamente ...
(31/03/2007)
domingo, 1 de abril de 2007
FLECHA
Carlos Savasini
Prado de campos e cedros
Lume de luzes incertas
Setas na pele e no peito.
(31/03/2007)
Prado de campos e cedros
Lume de luzes incertas
Setas na pele e no peito.
(31/03/2007)
FLORESCE
Carlos Savasini
Há botão que em mim floresce
Em dor, candura e sedução
Afago afoito e nunca flor.
(31/03/2007)
Há botão que em mim floresce
Em dor, candura e sedução
Afago afoito e nunca flor.
(31/03/2007)
SERPENTE
MERCADO ARCO-ÍRIS
Foto retirada da internetMERCADO ARCO-ÍRIS
Carlos Savasini
Verde, verde
Shampoo de céu e corante
Azul, azul
Céu de cenoura e raiz
Anil, anil
Chão de grãos e sementes
Amarelo, amarelo
Amor em caixinhas de leite
Vermelho, vermelho
Polpa de frutas mascadas
Laranja, laranja
Morangas em cor de abóbora
Roxo, roxo
De vergonha preta e branca
Gôndola de costas pro mundo
Justiça a preço de ouro.
(31/03/2007)
ENQUANTO
Foto : Kevin CarterENQUANTO
Carlos Savasini
Enquanto a morte não chega
Penas, bicos e asas
Enquanto a morte não chega
Carranca e carneiro
Enquanto a morte não chega
Cabeça pesada e bucho vazio
Enquanto a morte não chega
Cruz e papelão
Enquanto a morte não chega
Cova e cabaça
Enquanto a morte chega e vai
Clique, celulóide e papel
Enquanto a morte cai e vai
Foto, papel e caneta
Enquanto a morte vai e cai
Pena, foto e papel
Enquanto a morte vai
Cai
Enquanto não chega.
(31/03/2007)
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